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	<title>Arquivos Coisas da nossa terra - Hotel Pousada Águas de Bonito</title>
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	<title>Arquivos Coisas da nossa terra - Hotel Pousada Águas de Bonito</title>
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		<title>Divisão dos Estados de MS e MT: 40 anos de independência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[bonito]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Oct 2017 00:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coisas da nossa terra]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>11 de outubro de 1977: o Presidente-General Ernesto Geisel assina o documento decretando a emancipação político-administrativa do até então Estado de Mato Grosso. Data lembrada por ambos Estados, o feriado de divisão de MT e MS é um marco de independência principalmente da Região Sul em relação a Cuiabá. Enquanto alguns ainda condenam as forças [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://aguasdebonito.com.br/blog/noticias/divisao-dos-estados-de-ms-e-mt-40-anos-de-independencia/">Divisão dos Estados de MS e MT: 40 anos de independência</a> apareceu primeiro em <a href="https://aguasdebonito.com.br">Hotel Pousada Águas de Bonito</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lh4.ggpht.com/-I6hWIhhH90o/UlhCLgBRHKI/AAAAAAAAG-c/Rxl4lbnTymc/s1600-h/ic_38565_content_a%25255B6%25255D.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" alt="" border="0" src="http://lh4.ggpht.com/-wMVi8Sp3egI/UlhCQAJ_CSI/AAAAAAAAG-k/v94N361kfJA/ic_38565_content_a_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" height="445" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="" width="611" /></a><br /><strong><br /></strong><strong>11 de outubro de 1977: o Presidente-General Ernesto Geisel assina o documento decretando a emancipação político-administrativa do até então Estado de Mato Grosso.</strong>    </p>
<p>Data lembrada por ambos Estados, o feriado de divisão de MT e MS é um marco de independência principalmente da Região Sul em relação a Cuiabá. Enquanto alguns ainda condenam as forças divisionistas, outros argumentam que a divisão serviu para impulsionar o desenvolvimento em ambos os estados. Analisemos a seguir um pouco dos “por quês” desta divisão:    </p>
<p><strong>A algum tempo atrás…</strong>    <br />A primeira tentativa de se criar um novo estado ocorreu em 1892 de forma excêntrica por alguns revolucionários. No ano de 1932 criou-se a Liga Sul Mato-grossense defendido pela autonomia do lado sul, em 1934 e 1946, foram encaminhados aos governos de Getúlio Vargas e Eurico Gaspar Dutra respectivamente abaixo-assinados solicitando a criação do novo Estado.<br /><a href="http://lh4.ggpht.com/-AyZlhpeB5Xc/UlhCWvUNP2I/AAAAAAAAG-s/E82y9QOWUUc/s1600-h/1753393790%25255B4%25255D.jpg"><img decoding="async" alt="" border="0" src="http://lh3.ggpht.com/-FcStojkCyKU/UlhCcU7B_XI/AAAAAAAAG-0/-vHivzTbxUQ/1753393790_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" height="193" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="" width="293" /></a><a href="http://lh3.ggpht.com/-ndNQcKUNoH4/UlhDBIheOUI/AAAAAAAAG-8/1rgMi4PTrCk/s1600-h/3781413520100%25255B2%25255D.png"><img decoding="async" alt="" border="0" src="http://lh4.ggpht.com/-PjRDyXlYywk/UlhDDAZfdwI/AAAAAAAAG_E/inOxOOtYSJ4/3781413520100_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" height="195" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="" width="272" /></a>    <br />Algum tempo depois, no ano de 1974, o Governo Federal, através da Lei Complementar nº 20 estabeleceu a legislação básica para a criação de novos Estados e territórios. Este foi o “buumm” que reacendeu a campanha pela autonomia; em 1976 a Liga Sul Mato-grossense, presidida por <strong>Paulo Coelho Machado</strong>, liderou a campanha mesmo com a oposição do até então governador de MT, José Garcia Neto.    <br /><strong>Mas por que criar o Estado de Mato Grosso do Sul?</strong>    <br />Em seu discurso durante a assinatura da já dita Lei Complementar o Presidente Ernesto Geisel afirmou:<br /><strong><em><span style="font-size: large;">&#8220;</span></em></strong> <em>Foi preocupação do meu governo abri o caminho no sentido de uma melhor divisão territorial do país. Considero isso uma necessidade. Necessidade decorrente, em primeiro lugar, da disposição geográfica, decorrente também do desenvolvimento do país e sobretudo da ocupação, da utilização de novas áreas que até agora jazem apenas em estado potencial. Mas decorrente igualmente de uma necessidade de ordem política, tendo em vista um melhor equilíbrio da federação nos dias de amanhã. Mato Grosso do Sul com vocação extraordinária para o desenvolvimento agropecuário e agroindustrial e dos efeitos dinamizadores propiciados pela vizinhança com os estados do Paraná e de São Paulo.<strong><span style="font-size: large;">&#8220;</span></strong></em><br />O grande Estado de Mato Grosso apresentada diferenças geográficas, históricas, administrativas e culturais. em outras palavras: era o Norte do Sul.    </p>
<p><a href="http://lh6.ggpht.com/-j71cURsdP3g/UlhDQJ4NqDI/AAAAAAAAG_M/RrZpa667hmo/s1600-h/morros_camisao_01x%25255B4%25255D.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" alt="" border="0" src="http://lh6.ggpht.com/-jFFbFcPdf4E/UlhDR1lqAbI/AAAAAAAAG_U/be_kPoCR-Hg/morros_camisao_01x_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" height="204" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="" width="263" /></a><a href="http://lh6.ggpht.com/-iNZGTvnl_SA/UlhDYl1jPMI/AAAAAAAAG_c/q1SmgANIqCk/s1600-h/serra-de-maracaju-ms-6373%25255B5%25255D.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" alt="" border="0" src="http://lh6.ggpht.com/-T590UbyMXjw/UlhDakTLPBI/AAAAAAAAG_k/xs6LNXz0W48/serra-de-maracaju-ms-6373_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" height="203" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="" width="293" /></a><br />O lado Sul basicamente era formado pelo Planalto da Serra de Maracaju (com terra, topografia e clima propício à agricultura) e pelas planícies da Vacaria e do Rio Paraguai, ambos excelentes para a pecuária. O lado norte é mais plano e próximo da Bacia Amazônica, bem diferente do Sul, principalmente no clima.<br />O norte foi povoado, durante os primeiros séculos de ocupação, por aventureiros em busca de riquezas, sem maior interesse no povoamento, tanto que, com o decréscimo da produção do ouro, a população diminuiu. O sul baseou-se na pecuária extensiva, que fixou o homem à terra, beneficiado ainda pela chegada de numerosas levas de imigrantes determinados a fazer riqueza com a pecuária e com a agricultura.   </p>
<p><a href="http://lh6.ggpht.com/-GyIySIKzOMI/UlhDd7yClsI/AAAAAAAAG_s/6oVjpU4Lprg/s1600-h/cultura-do-paraguai-1%25255B5%25255D.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" alt="" border="0" src="http://lh5.ggpht.com/-7KnOeGS4DaU/UlhDglemZoI/AAAAAAAAG_4/yIBCXTe_PBI/cultura-do-paraguai-1_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" height="179" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="" width="300" /></a><a href="http://lh5.ggpht.com/-rv_vQ_Z57O8/UlhDih-aR8I/AAAAAAAAHAA/yMSw4pytIio/s1600-h/yutu%25255B3%25255D.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" alt="" border="0" src="http://lh6.ggpht.com/-5hDwU53AOAU/UlhDk4yS_qI/AAAAAAAAHAI/5r3RI-usLiw/yutu_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="179" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="" width="240" /></a><br />O norte possui tradição cultural mais sólida, mais homogênea. O sul como foi povoado recentemente não possui identidade cultural tão forte, ao contrário, nela se misturam manifestações das mais diversas origens, destacando-se atualmente os paraguaios e os rio-grandense.   </p>
<p><a href="http://lh3.ggpht.com/-fyMGnAeFvLI/UlhDnLV-86I/AAAAAAAAHAQ/KS4_9z8ah9o/s1600-h/divisao_ms%25255B9%25255D.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" alt="" border="0" src="http://lh4.ggpht.com/-yy1ijoKPNNQ/UlhDpkCBGfI/AAAAAAAAHAY/E668O1aI47g/divisao_ms_thumb%25255B5%25255D.jpg?imgmax=800" height="556" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="" width="588" /></a>    <br />Enfim, a criação de Mato Grosso do Sul foi o meio mais adequado para acelerar o desenvolvimento econômico e social de ambos Estados: o sul com excelentes condições para tornar-se um grande produtor de grãos e carne – o norte com condições para o rápido povoamento e ocupação dos grandes vazios.    </p>
<p><strong>Referências:</strong>    <br />GUIMARÃES, Acyr Vaz; CAMPESTRINI, Hildebrando. <em>História de Mato Grosso do Sul</em>. Edição, 3. Série historiográfica. Editora, Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, 1991.</p>
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		<title>Udu Cerâmica Artesanal: a natureza do cerrado expressa através da cerâmica</title>
		<link>https://aguasdebonito.com.br/blog/coisas-da-nossa-terra/udu-ceramica-artesanal-a-natureza-do-cerrado-expressa-atraves-da-ceramica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[bonito]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2016 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[bonito ms]]></category>
		<category><![CDATA[Coisas da nossa terra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Peças desenhadas por artistas inspirados na natureza regional, moldadas por artesãos locais com a técnica milenar da cerâmica de alta temperatura. A fábrica-loja da “Udu – &#160;Cerâmica Artesanal” está localizada na região central de Bonito (MS) e produz peças como canecas, pratos, vasos, móbiles, refratários e artigos de decoração. &#160;O diferencial do lugar fica por [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<table cellpadding="0" cellspacing="0" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://2.bp.blogspot.com/-Xf0RwDbts0A/V-iBnIAm1AI/AAAAAAAAChI/lP_nrSsSMkkkEVWr3bVgOh1m41elz5-vgCLcB/s1600/slide3.jpg" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="288" src="https://2.bp.blogspot.com/-Xf0RwDbts0A/V-iBnIAm1AI/AAAAAAAAChI/lP_nrSsSMkkkEVWr3bVgOh1m41elz5-vgCLcB/s640/slide3.jpg" width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="background-color: white; text-align: start;"><span style="font-family: &quot;trebuchet ms&quot; , sans-serif; font-size: x-small;"><b>Peças desenhadas por artistas inspirados na natureza regional, moldadas por artesãos locais com a técnica milenar da cerâmica de alta temperatura.</b></span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="background: white; line-height: 150%; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;verdana&quot; , &quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 150%;"><br /></span></div>
<div style="background: white; line-height: 150%; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;verdana&quot; , &quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 150%;"><br /></span></div>
<div style="background: white; line-height: 150%; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;verdana&quot; , &quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 150%;"><br /></span></div>
<div style="background: white; line-height: 150%; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;verdana&quot; , &quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 150%;"><br /></span></div>
<div style="background: white; line-height: 150%; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;verdana&quot; , &quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 150%;"><br /></span></div>
<div style="background: white; line-height: 150%; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;verdana&quot; , &quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 150%;"><br /></span></div>
<div style="background: white; line-height: 150%; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;verdana&quot; , &quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 150%;"><br /></span></div>
<div style="background: white; line-height: 150%; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;verdana&quot; , &quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 150%;">A fábrica-loja da “Udu – &nbsp;Cerâmica Artesanal” está localizada na região central de Bonito (MS) e produz peças como canecas, pratos, vasos, móbiles, refratários e artigos de decoração.<o:p></o:p></span><br /><span style="font-family: &quot;verdana&quot; , &quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 150%;"><br /></span></div>
<div style="background: white; line-height: 150%; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;verdana&quot; , &quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 150%;">&nbsp;</span><span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif; font-size: 10pt;">O diferencial do lugar fica por conta do ambiente bem decorado, grande acervo de produtos, peças resistentes e figuras que remetem à região de Mato Grosso do Sul.</span></div>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://3.bp.blogspot.com/-iSXGx9zqVWg/V-iBfvkWRBI/AAAAAAAAChE/StCF58h89t8MSScONWpbFJ-qQyh0OlLUgCLcB/s1600/12003970_486961708141470_8611138888256195475_n.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="400" src="https://3.bp.blogspot.com/-iSXGx9zqVWg/V-iBfvkWRBI/AAAAAAAAChE/StCF58h89t8MSScONWpbFJ-qQyh0OlLUgCLcB/s400/12003970_486961708141470_8611138888256195475_n.jpg" width="290" /></a></div>
<div style="background: white; box-sizing: border-box; line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 7.5pt;"><span style="font-family: &quot;verdana&quot; , &quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 150%;">A marca, escolhida devido à ave símbolo de Bonito, explora a imagem da fauna e flora da região como periquitos, peixes, araras e jacarés, com componentes naturais como argila e esmalte.</span></div>
<div style="background: white; line-height: 150%; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif; font-size: 10pt;">Aqui a natureza do Cerrado Brasileiro é expressa através da arte milenar da cerâmica. No atelier, as mãos habilidosas dos artesãos se encontram com minerais, água, ar e fogo para a elaboração de peças cuidadosamente pensadas para servir e encantar as pessoas.</span></div>
<div style="background: white; line-height: 150%; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif; font-size: 10pt;">Por mais que se busque a padronização, o trabalho é imprevisível e surpreendente e é esse o seu encanto e o que o difere do trabalho industrial.&nbsp;</span></div>
<div style="background: white; line-height: 150%; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif; font-size: 10pt;">É preciso estar aberto às imperfeições de forma e de cor para enxergar a originalidade de cada uma das peças. Animais e flores do Cerrado somam vida aos outros elementos naturais presentes no trabalho, colorindo e enfeitando tudo o que a gente faz.</span></div>
<div style="background: white; line-height: 150%; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif; font-size: x-small;">Gostou? Confira mais sobre este belo trabalho no site:&nbsp;</span><span style="background-color: transparent;"><span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif; font-size: x-small;"><a href="http://www.uduceramica.com.br/">www.uduceramica.com.br</a> &nbsp;</span></span></div>
<div style="background: white; line-height: 150%; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto;"><o:p></o:p></div>
<p>O post <a href="https://aguasdebonito.com.br/blog/coisas-da-nossa-terra/udu-ceramica-artesanal-a-natureza-do-cerrado-expressa-atraves-da-ceramica/">Udu Cerâmica Artesanal: a natureza do cerrado expressa através da cerâmica</a> apareceu primeiro em <a href="https://aguasdebonito.com.br">Hotel Pousada Águas de Bonito</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Buraco das Araras: a história do fazendeiro que recuperou o lar das araras-vermelhas</title>
		<link>https://aguasdebonito.com.br/blog/noticias/buraco-das-araras-a-historia-do-fazendeiro-que-recuperou-o-lar-das-araras-vermelhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[bonito]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2015 07:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[belezas naturais]]></category>
		<category><![CDATA[Buraco das Araras]]></category>
		<category><![CDATA[Coisas da nossa terra]]></category>
		<category><![CDATA[ecoturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Passeios em Bonito]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[turismo sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Suzana Camargo, do Blog da Redação do Planeta O nome não poderia ser mais perfeito: Modesto Sampaio. Seu Modesto, como todos o chamam, é uma figura sem igual. O senhor, que acaba de completar 74 anos, é uma pessoa simples, de sorriso fácil e extremamente humilde. Fala com sotaque do interior, com uns “Rs” [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://aguasdebonito.com.br/blog/noticias/buraco-das-araras-a-historia-do-fazendeiro-que-recuperou-o-lar-das-araras-vermelhas/">Buraco das Araras: a história do fazendeiro que recuperou o lar das araras-vermelhas</a> apareceu primeiro em <a href="https://aguasdebonito.com.br">Hotel Pousada Águas de Bonito</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>por Suzana Camargo, do Blog da Redação do Planeta     <br /></strong><a href="http://lh3.googleusercontent.com/-ZTc0X9fUjJs/VXDBqJw6_lI/AAAAAAAALXY/TNiXbSYgcoY/s1600-h/IMG_4174%25255B4%25255D.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="=" border="0" alt="=" src="http://lh3.googleusercontent.com/-RxRBORW8Gzc/VXDBrNUGSNI/AAAAAAAALXg/Em1Y8zwD4-M/IMG_4174_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="580" height="396" /></a> </p>
<p>O nome não poderia ser mais perfeito: <strong>Modesto Sampaio</strong>. Seu Modesto, como todos o chamam, é uma figura sem igual. O senhor, que acaba de completar 74 anos, é uma pessoa simples, de sorriso fácil e extremamente humilde. Fala com sotaque do interior, com uns “Rs” a mais e a menos.</p>
<p>É filho de uma família gaúcha, que trabalhava no campo, e decidiu mudar para o <strong>Mato Grosso do Sul</strong>, mais especificamente para o município de <strong>Jardim</strong>, próximo a <strong>Bonito</strong>. O pai e o avô sempre criaram gado. Durante muito tempo, Seu Modesto fez o mesmo, até que em 1986, ele decidiu comprar um pedaço de terra de uma propriedade e a batizou de Fazenda Alegria.</p>
<p>Para sua surpresa, ele descobriu na fazenda um enorme buraco no meio da mata. Na verdade, Seu Modesto se deparou com uma <strong>dolina</strong>, formação geológica resultante do desmoronamento de blocos rochosos. O imenso buraco tem 100 metros de altura e 500 metros de circunferência.</p>
<p>O local não era desconhecido dos moradores da região. Muitos já haviam ouvido falar do<strong> Buraco das Araras</strong>. No passado, a dolina era lar de dezenas de casais de araras-vermelhas, que sobrevoavam a mata e buscavam alimento no lugar. Infelizmente, durante muito tempo, o buraco acabou virando um grande lixão. E as araras foram embora.    </p>
<p><a href="http://lh3.googleusercontent.com/-Et_Mzn6cFD0/VXDBsebmbJI/AAAAAAAALXo/zmA5qbxLlRE/s1600-h/unnamed%25255B2%25255D.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" title="" border="0" alt="" src="http://lh3.googleusercontent.com/-UmHe2hpaBcg/VXDBt5DWtSI/AAAAAAAALXw/I79xdfIrhrI/unnamed_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="570" height="362" /></a>    </p>
<p>Quando Seu Modesto e sua família viram aquela dolina, resolveram mudar a história da Fazenda Alegria. Com o apoio da Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul, do Exército e do Corpo de Bombeiros da cidade de Jardim, foram retirados três caminhões de lixo e entulhos do interior do buraco. Simultaneamente, os Sampaio começaram a recuperar o entorno da área com o replantio de vegetação nativa do Cerrado e preservação da fauna.</p>
<p>Em 1997, o primeiro casal de araras-vermelhas foi solto perto da dolina. “Era pra elas chamarem as outras de volta”, disse Seu Modesto na época. Demorou, mas a estratégia deu certo. Hoje cerca de 15 casais de araras – 30 indivíduos – têm a dolina como lar. Outros 20 casais aparecem frequentemente (araras são monogâmicas e vivem com o mesmo parceiro a vida toda).</p>
<p>Graças à iniciativa de Seu Modesto e sua família, a dolina pode ser chamada de Buraco das Araras novamente. “Vi que se não cuidasse daqui, as próximas gerações – meus filhos, meus netos – não iam conhecer esse lugar”, diz.</p>
<p>A recuperação do local e a volta das aves acabaram levando muitos visitantes para a Fazenda Alegria. Os Sampaio decidiram deixar a pecuária de lado e perceberam que ganhariam muito mais com o<strong> turismo ecológico</strong>. Atualmente, o Buraco das Araras é uma das principais atrações para quem viaja à região de Bonito.</p>
<p>Num passeio de cerca de uma hora, guias treinados (todos moradores da região) levam os visitantes para conhecer a dolina e falam sobre hábitos das aves e espécies da fauna e flora do Cerrado. Trinta mamíferos silvestres já foram encontrados dentro da propriedade, como lobinhos, veados e tatus. Além disso, cinco espécies ameaçadas de extinção também habitam a área: <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/blog/curiosidade-animal/abraco-de-tamandua-bandeira/">tamanduá-bandeira</a>, <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/materias/lobo-desmatamento-guara-brasil">lobo-guará</a>, jaguatirica, veado-mateiro e <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/blog/curiosidade-animal/anta-a-jardineira-da-floresta/">anta</a>.</p>
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		<title>Apresentações culturais animaram o Águas de Bonito neste feriado</title>
		<link>https://aguasdebonito.com.br/blog/hotel/apresentacoes-culturais-animaram-o-aguas-de-bonito-neste-feriado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[bonito]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2013 01:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coisas da nossa terra]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Hotel]]></category>
		<category><![CDATA[Merenda Pantaneira]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante os dias 15 e 16 de novembro, o Hotel Pousada Águas de Bonito presenteou os clientes com duas apresentações culturais em seu restaurante. Aproveitando o embalo do Feriado da República, preparamos para os nossos hóspedes e visitantes duas apresentações culturais: uma apresentação com narração de histórias e uma apresentação musical. No sábado (15) Fernanda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lh3.ggpht.com/-e3-mpYRPLc8/Uolnyq83x-I/AAAAAAAAHbI/-5Fp2MtzOEo/s1600-h/Bonito%252520004%25255B4%25255D.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" title="Fernandinha Reveredito" style="border-top: 0px; border-right: 0px; border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline" border="0" alt="Fernandinha Reveredito" src="http://lh4.ggpht.com/-k1Q-eq1i0bA/UolnzwsTAbI/AAAAAAAAHbQ/kkP9eIri_OM/Bonito%252520004_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="281" height="214" /></a> <a href="http://lh3.ggpht.com/-2lL4a04wBXM/Uoln1BRlFyI/AAAAAAAAHbY/-6pByGBvJVs/s1600-h/Bonito%252520016%25255B5%25255D.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" title="Nizete Violeira" style="border-top: 0px; border-right: 0px; border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline" border="0" alt="Nizete Violeira" src="http://lh6.ggpht.com/-WMmaAWtq6Uo/Uoln2IbIaBI/AAAAAAAAHbg/tNx0xaKzoGI/Bonito%252520016_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="281" height="214" /></a>     <br /><strong>Durante os dias 15 e 16 de novembro, o Hotel Pousada Águas de Bonito presenteou os clientes com duas apresentações culturais em seu restaurante.</strong></p>
<p>Aproveitando o embalo do Feriado da República, preparamos para os nossos hóspedes e visitantes duas apresentações culturais: uma apresentação com narração de histórias e uma apresentação musical.</p>
<p>No sábado (15) <strong>Fernanda Reveredito</strong>, nascida e criada em Bonito (MS) apresentou um pouco de seu trabalho e contou histórias que marcaram a cidade. Fernanda possui no centro da cidade uma loja em formato de museu interativo, onde as pessoas podem conhecer um pouco mais sobre a cultura de nosso município.    </p>
<p>No domingo (16) <strong>Nizette</strong>, uma talentosa violeira local, fez uma apresentação com sucessos musicais do nosso Estado. Entre os sucessos cantados estão diversas modas de viola, vaneirão e chamamé – gênero musical que tem sua origem nas raízes culturais dos povos indígenas guaranis.    </p>
<p>O objetivo das apresentações, além de entreter os clientes que participavam de nossa <a href="http://www.aguasblog.com.br/2010/06/merenda-pantaneira.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Merenda Pantaneira</a>, é mostrar aos turistas um pouco da cultura local. Um rápido mergulho em nossas origens.</p>
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		<title>Manoel de Barros: O Poeta que veio do Cerrado</title>
		<link>https://aguasdebonito.com.br/blog/coisas-da-nossa-terra/manoel-de-barros-o-poeta-que-veio-do-cerrado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[bonito]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Aug 2012 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coisas da nossa terra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como já dissemos aqui no Blog em outro post, o 13º Festival de Inverno; evento anual aqui em Bonito (MS) foi o homenageado neste ano. Homenagem esta que diga-se de passagem foi uma das mais lindas que nossa população viu. A avenida principal “cheirava poesia”: grandes murais preencheram o túnel que ligou a praça central [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lh4.ggpht.com/-w9JskGLnSR4/UBXscoysAnI/AAAAAAAADGU/0ct5gZ0YQ7Q/s1600-h/0-563-00-0-2500-0-0-9-4920-1248-350--1%25255B3%25255D.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="" border="0" alt="" align="left" src="http://lh6.ggpht.com/-LNyDea6MF20/UBXseD9MLUI/AAAAAAAADGc/louQJUHfPF8/0-563-00-0-2500-0-0-9-4920-1248-350--1_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" width="307" height="214" /></a>Como já dissemos aqui no Blog em outro post, o 13º Festival de Inverno; evento anual aqui em Bonito (MS) foi o homenageado neste ano. Homenagem esta que diga-se de passagem foi uma das mais lindas que nossa população viu. A avenida principal “cheirava poesia”: grandes murais preencheram o túnel que ligou a praça central a Grande Tenda. Se em edições anteriores o evento abordou temas como a terra, as águas, a fauna e a flora pantaneira, dessa vez a poesia ganha o espaço para que o público visitante possa “sonhar acordado”, percorrendo um espaço mágico, de sonhos, lúdico e poético, como se navegasse em um cosmo imaginário.     </p>
<p>Abaixo, alguns dos trechos de seus poemas dos livros <a href="http://compare.buscape.com.br/compendio-para-uso-dos-passaros-manuel-de-barros-8562936324.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Compêndio para uso dos pássaros</strong></a> e <a href="http://compare.buscape.com.br/poemas-concebidos-sem-pecado-barros-manoel-8501056316.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Poemas concebidos sem pecado</strong></a>, que estavam à venda durante o evento:    </p>
<p><a href="http://lh6.ggpht.com/-RtosXSlTulk/UBXshNuYA4I/AAAAAAAADGk/v74hVnJqikQ/s1600-h/Riacho%25255B5%25255D.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="" border="0" alt="" src="http://lh5.ggpht.com/-wm5KmTP4R9c/UBXsi8YszUI/AAAAAAAADGs/Ijtq_RxSWlE/Riacho_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="523" height="402" /></a>    </p>
<p><strong><em>”</em></strong>O riacho    <br />que corre por detrás de casa    <br />cria uma espécie de madrugada rasteira    <br />de viçar meninos…<em><strong>”          </p>
<p>________</strong></em>       <br /><em><strong>______</strong></em>    <br /><a href="http://lh5.ggpht.com/-VSjeFVZ0f5Q/UBXskKiXyjI/AAAAAAAADG0/cyUwY_bT6JY/s1600-h/fugir%25255B3%25255D.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="" border="0" alt="" src="http://lh4.ggpht.com/-sI8uEeuTTfA/UBXsldhlv1I/AAAAAAAADG8/KTV88Z1JEuI/fugir_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" width="511" height="341" /></a>    </p>
<p>Carta acróstica:    <br /><strong><em>”</em></strong>Vovó aqui é Tristão    <br />ou fujo do colégio    <br />Viro poeta    <br />Ou mando os padres…<strong><em>”</em></strong>    </p>
<p>Nota: Se resolver pela segunda, mande dinheiro    <br /> para comprar um dicionário de rimas e um tratado    <br />de versificação de Olavo Bilac e Guima, e do lenço.    </p>
<p>____    </p>
<p>Gostou? ajude-nos a divulgar este post utilizando os botões abaixo para compartilhar <img decoding="async" style="border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-top-style: none; border-right-style: none" class="wlEmoticon wlEmoticon-winkingsmile" alt="Smiley piscando" src="http://lh4.ggpht.com/-9WA3pWuuZc0/UBXsmPUGE9I/AAAAAAAADHE/384Cd7NXsik/wlEmoticon-winkingsmile%25255B2%25255D.png?imgmax=800" /></p>
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		<title>Helena Meirelles: A Dama da Viola</title>
		<link>https://aguasdebonito.com.br/blog/coisas-da-nossa-terra/helena-meirelles-a-dama-da-viola/</link>
					<comments>https://aguasdebonito.com.br/blog/coisas-da-nossa-terra/helena-meirelles-a-dama-da-viola/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[bonito]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Aug 2012 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coisas da nossa terra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dando continuidade aos posts da série “Coisas Nossa Terra” apresentaremos hoje a história desta mulher que influenciou em peso a música sul-matogrossense. Talvez seja a música, a forma de que melhor reflita a fisionomia cultural de Mato Grosso do Sul, ela é a grande metáfora das emoções reunidas no painel da nossa história (Duncan, 2009). [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://aguasdebonito.com.br/blog/coisas-da-nossa-terra/helena-meirelles-a-dama-da-viola/">Helena Meirelles: A Dama da Viola</a> apareceu primeiro em <a href="https://aguasdebonito.com.br">Hotel Pousada Águas de Bonito</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lh6.ggpht.com/-vdNoSw9h2e8/UBXM4mmezCI/AAAAAAAADDo/Ed8G2iOSdS8/s1600-h/helena_meirelles_300%25255B6%25255D.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="" border="0" alt="" align="left" src="http://lh5.ggpht.com/-CSTS9bWOCAk/UBXM5wOYeMI/AAAAAAAADDw/w_De-mVPvSc/helena_meirelles_300_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" width="244" height="162" /></a>     <br />Dando continuidade aos posts da série <strong><a href="http://aguasdebonito.blogspot.com.br/search/label/Coisas%20da%20nossa%20terra" target="_blank" rel="noopener noreferrer">“Coisas Nossa Terra”</a></strong> apresentaremos hoje a história desta mulher que influenciou em peso a música sul-matogrossense. Talvez seja a música, a forma de que melhor reflita a fisionomia cultural de Mato Grosso do Sul, ela é a grande metáfora das emoções reunidas no painel da nossa história (Duncan, 2009).     </p>
<p><strong>Uma mulher braço forte</strong>     <br />Nascida em 13 de agosto de 1924 na cidade de <strong>Bataguassu (MS)</strong> <strong>Helena Meirelles</strong> cresceu rodeada de peões, comitivas e violeiros. Fascinada pelas violas caipiras, a família não permitia que aprendesse a tocar, o que acabou fazendo por conta própria, às escondidas. Aos poucos ficou conhecida entre os boiadeiros da região.     </p>
<p><a href="http://lh3.ggpht.com/-iYnD94NgQLw/UBXM7LlRqEI/AAAAAAAADD4/t8d6IdMXQF0/s1600-h/116%25255B3%25255D.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="" border="0" alt="" src="http://lh4.ggpht.com/-RlG5-etOPFA/UBXM8JSG55I/AAAAAAAADEA/zQ8YzZ6ovsw/116_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" width="209" height="163" /></a><a href="http://lh4.ggpht.com/-GGH8vMgT9dA/UBXM82aLG_I/AAAAAAAADEI/os_s3VpcC0A/s1600-h/1136029756retro3%25255B2%25255D.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="" border="0" alt="" src="http://lh4.ggpht.com/-1F9rMIT9OMw/UBXM-C0KP2I/AAAAAAAADEQ/WSzRRgoLPzY/1136029756retro3_thumb.jpg?imgmax=800" width="244" height="163" /></a>     </p>
<p>Casou-se por imposição dos pais aos 17 anos, abandonando o marido pouco tempo depois para juntar-se a um paraguaio que tocava violão e violino. Separou-se novamente e, resolvida a tocar viola em bares e farras, deixou os filhos dos dois casamentos com pais adotivos e ganhou a estrada até encontrar o terceiro marido, com quem está junto há mais de 35 anos.     </p>
<p><strong>Sucesso tardio…      <br /><a href="http://lh6.ggpht.com/-opfNnri1S3s/UBXM_JpsThI/AAAAAAAADEY/VZUGJZQkS_I/s1600-h/9692_36%25255B3%25255D.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="" border="0" alt="" src="http://lh4.ggpht.com/-OIPTzO_334s/UBXNAC_GTUI/AAAAAAAADEg/fE89Eis2QqU/9692_36_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" width="222" height="163" /></a><a href="http://lh4.ggpht.com/-vhTc27i5QcI/UBXNBgIMhmI/AAAAAAAADEo/UlRoks_FeRs/s1600-h/Helena-Meirelles1%25255B5%25255D.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="" border="0" alt="" src="http://lh6.ggpht.com/-FpoOtTPA694/UBXNCviiNaI/AAAAAAAADEw/rJAl6_uJpCw/Helena-Meirelles1_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" width="244" height="162" /></a></strong>     <br />Depois de desaparecer por mais de 30 anos, foi encontrada bastante doente por uma irmã, que a levou para São Paulo. Lá foi “descoberta pela mídia” após seu filho gravar uma fica com suas músicas e enviar a várias gravadoras; Helena saiu em várias publicações ao lado dos maiores roqueiros na <a href="http://guitarplayer.uol.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Revista Guitar Player</strong></a>, pois estes gostaram do jeito como ela dominava as cordas.     </p>
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<div style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;">
<div><a href="http://www.youtube.com/watch?v=2pmXPKW2VAw" target="_new" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" src="http://lh3.ggpht.com/-ZNEfdmgFYII/UBXNDjMHFtI/AAAAAAAADFI/39i1zMoEE7s/video1debc921a696%25255B4%25255D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('584ef26a-cf4e-4a3f-93d6-ca3fdecfa0a8'); downlevelDiv.innerHTML = &quot;&lt;div&gt;&lt;object width=&quot;564&quot; height=&quot;317&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/2pmXPKW2VAw?hl=en&amp;hd=1&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/2pmXPKW2VAw?hl=en&amp;hd=1&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; width=&quot;564&quot; height=&quot;317&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&quot;;" alt="" /></a></div>
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<div style="width:564px;clear:both;font-size:.8em">Helena Meirelles &#8211; Som do Mato 3º Festival do Mercosul</div>
</div>
<p>As gravadoras pegaram-na pelas duas mãos: a partir daí, apresentou-se em um teatro pela primeira vez aos 67 anos, e gravou discos em seguida. Foi escolhida em 1993 pela Guitar Player (com o voto de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eric_Clapton" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Eric Clapton</strong></a>) como uma das &quot;100 mais&quot; por sua atuação nas violas de 6, 8, 10 e 12 cordas.   </p>
<p>Helena morreu em 28 de setembro de 2005, na casa dela, em <strong>Campo Grande (MS)</strong>, vítima de parada cardiorrespiratória. Além da fascinante história de uma mulher que já enfrentou muitas situações inusitadas, <strong>“</strong>até morar na zona<strong>”</strong>, como ela mesma relatava, Helena tinha uma interessante forma de avaliar o machismo da fronteira, as dificuldades modernas da mulher e até o posicionamento dos governantes com relação à cultura regional. Gravou cinco álbuns e existem dois documentários sobre sua vida.   </p>
<p>Gostou do artigo? ajude-nos a divulga-lo utilizando os botões abaixo para compartilhar <img decoding="async" style="border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-top-style: none; border-right-style: none" class="wlEmoticon wlEmoticon-winkingsmile" alt="Smiley piscando" src="http://lh6.ggpht.com/-AIY9c_okNcI/UBXNExANuHI/AAAAAAAADFA/Dm1o0IFnDrc/wlEmoticon-winkingsmile%25255B2%25255D.png?imgmax=800" /></p>
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		<title>Coisas da nossa terra: Tereré</title>
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		<dc:creator><![CDATA[bonito]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jun 2012 17:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coisas da nossa terra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Dando início a nossa série de postagens intitulada “Coisas da nossa terra” com o intuito de mostrar a vocês leitores do blog um pouco da nossa cultura, tradição e costumes do nosso povo sul-mato-grossense; falaremos hoje sobre o tereré(ou tererê como é dito em outros estados deste brasilzão). Tereré, é uma bebida feita com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lh5.ggpht.com/--DYgXJ6GRjs/T-C0ZHwMgvI/AAAAAAAACxQ/wUCCjY35vi0/s1600-h/Terer%2525C3%2525A9%252520bg%252520c%2525C3%2525B3pia%25255B6%25255D.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="" border="0" alt="" src="http://lh5.ggpht.com/-MDGZkEusdCs/T-C0b1IhZRI/AAAAAAAACxY/2VysBzpQ_kc/Terer%2525C3%2525A9%252520bg%252520c%2525C3%2525B3pia_thumb%25255B4%25255D.jpg?imgmax=800" width="578" height="111" /></a>&#160; <br />Dando início a nossa série de postagens intitulada <em>“</em><strong><em>Coisas da nossa terra</em>”</strong> com o intuito de mostrar a vocês leitores do blog um pouco da nossa cultura, tradição e costumes do nosso povo sul-mato-grossense; falaremos hoje sobre o tereré(ou tererê como é dito em outros estados deste brasilzão).    <br /><b>     <br />Tereré</b>, é uma bebida feita com a infusão da erva-mate (<em>Ilex paraguariensis</em>), de origem guarani. É consumida com água e limão e também sucos, hortelã, cedrón, cocú, entre outros. A grafia vem do guarani, tereré.</p>
<p><strong>Mil novecentos e antigamente…       <br />&#160; <a href="http://lh4.ggpht.com/-o0nhhbKi0Ts/T-C0inglvzI/AAAAAAAACxg/vfmP227TGRc/s1600-h/Debret37%25255B3%25255D.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="" border="0" alt="" src="http://lh5.ggpht.com/-8ZZLAuxfeLg/T-C0laqP7RI/AAAAAAAACxo/v9WOyeozWx4/Debret37_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" width="277" height="183" /></a> <a href="http://lh3.ggpht.com/-wYiRMd0BocI/T-C0rMjq-rI/AAAAAAAACxw/6EBVA2hFT1s/s1600-h/418055_2861138690819_1330244193_32575376_1356471053_n%25255B4%25255D.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-top: 0px; border-right: 0px" title="" border="0" alt="" src="http://lh6.ggpht.com/-nxmt3NQr6uA/T-C0uU7krrI/AAAAAAAACx4/A-5YhqIL7fM/418055_2861138690819_1330244193_32575376_1356471053_n_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="254" height="186" /></a>      <br /></strong>A origem do tereré data da invasão européia por castelhanos e portugueses, quando era usado pelas tribos guarani, nhandeva, kaiowá e outra etnias chaquenhas, muito antes da <strong>Guerra do Paraguai</strong> e da <strong>Guerra do Chaco</strong> (entre Paraguai e Bolívia, 1932-1935), quando as tropas começaram a beber mate frio para não acender fogos que denunciariam sua posição, isso possivelmente na região de Ponta Porã, que na época pertencia ao Paraguai.</p>
<p>Outra versão paraguaia da origem do tereré diz respeito a mensú (escravos ervateiros do nordeste do Paraguai e da Argentina, até meados do século XX). Eles foram surpreendidos pela capangas fazendo fogo para tomar mate e seriam brutalmente torturados, por isso escolheram se alistar em fileiras do exército paraguaio, introduzindo este costume.   </p>
<p><a href="http://lh5.ggpht.com/-Hv_As_2g-AQ/T-C0zxYlyrI/AAAAAAAACyA/c_kxh-BLhqs/s1600-h/l%25255B2%25255D.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="" border="0" alt="" src="http://lh6.ggpht.com/-8voJ_eDwnng/T-C05I3pbKI/AAAAAAAACyI/3kg2P-aP0CQ/l_thumb.jpg?imgmax=800" width="157" height="244" /></a> <a href="http://lh4.ggpht.com/-VQG_s757x-w/T-C0_8tw5tI/AAAAAAAACyQ/hWC-vtZIgZM/s1600-h/375_1T%25255B3%25255D.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="" border="0" alt="" src="http://lh4.ggpht.com/-tvjaGfBVQJI/T-C1MOKzSCI/AAAAAAAACyY/hbdn5CDEJpU/375_1T_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" width="352" height="246" /></a> </p>
<p>Outra versão da origem é que os indígenas ao levarem o gado de um lugar para outro em comitivas, usavam a erva para coar a água dos rios, evitando, assim a doença barriga d&#8217;água.</p>
<p>No entanto, crê-se que o tereré desde a invasão da América já era ingerido pelos índios Guarani e que por volta do século XVII os jesuítas aprenderam com eles as virtudes do mate (ka&#8217;a em guarani). Os mesmos jesuítas elogiavam os efeitos da erva, que dava força e vigor e matava a sede mais do que a água pura. A infusão é riquíssima em cafeína, daí o poder revigorante. Segundo alguns, os índios Guarani, além de tomar mate (ou tereré) usando como bombilho (canudo para chupar a infusão) ossos de pássaros e finas taquaras (pois ainda não existiam as bombas de metal), também fumavam a folha bruta da erva-mate e usavam-na como rapé.</p>
</p>
</p>
</p>
<p><strong>Não confunda: MS X RS         <br /><a href="http://lh4.ggpht.com/-2JZnpFgA9aM/T-C1dfC-I3I/AAAAAAAACyg/Nmcs7g6SHPM/s1600-h/bomba-de-chimarrao-e-terere1%25255B5%25255D.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px" title="" border="0" alt="" align="left" src="http://lh5.ggpht.com/-zhjefnmP6yY/T-C1gsz2n_I/AAAAAAAACyo/f43Rm7j5WT8/bomba-de-chimarrao-e-terere1_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="171" height="256" /></a>&#160;</strong>Diferentemente do chimarrão, que é feito com água quente, o tereré é consumido com água fria. Em sua produção, a erva mate utilizada no preparo do tereré difere do chimarrão por ter de ficar em repouso por volta de oito meses, em local seco, e de ser triturada grossa depois disso. Tradicionalmente, o recipiente usado para servir o tereré é a guampa, fabricado com parte de um chifre de bovino, com uma das extremidades lacrada com madeira ou couro de boi, e todo o seu exterior revestido por verniz. Usa-se também um copo de alumínio ou vidro, ou canecas de louça.</p>
<p>A bomba é utilizada para filtrar a infusão do tereré, para que não se absorva o pó da erva triturada. Estas são feitas normalmente de alumínio, e nunca devem ser feitas de ferro por causa da oxidação, que altera o sabor da infusão. <strong>Fique esperto:</strong> devido ao fato das folhas serem cortadas grossas, ao contrário do chimarrão, o tereré não tem tantos problemas com o entupimento. Quando isso ocorre, geralmente é devido a uma grande quantidade de mate em pó, indicando má-qualidade da erva usada.    </p>
<p><strong>O</strong><strong> preparo(de forma bem simples):       <br /></strong><a href="http://lh4.ggpht.com/-Lt0pjQ06DYM/T-C1mwbQ76I/AAAAAAAACyw/wOgU7zzl26Q/s1600-h/Paulinho-Outo-Terere%252520c%2525C3%2525B3pia%25255B10%25255D.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="" border="0" alt="" src="http://lh5.ggpht.com/-Yg-NUMYvIVI/T-C1tQbTGlI/AAAAAAAACy8/j1cL53p3AUg/Paulinho-Outo-Terere%252520c%2525C3%2525B3pia_thumb%25255B8%25255D.jpg?imgmax=800" width="571" height="441" /></a>&#160; <br /><strong>Curiosidade: </strong>A palavra é onomatopéica “tereré” refere-se ao som emitido a partir da última tragada do bulbo. Este som é implicitamente exigido na cerimônia de tereré avisando que foi totalmente consumido o que foi preparado, deixando o recipiente pronto para a próxima pessoa servir. Tal como acontece com o mate (quente), não se consome o tereré até finalizar a sua vez. A palavra &quot;obrigado&quot; define que a guampa seja passada por quem não quiser mais beber.    </p>
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